
Até a noite de domingo, no horário local, 2.742 pessoas haviam ficado feridas devido a enchentes catastróficas que atingiram o Nepal e a China, conforme informações da Polícia do Nepal. As autoridades nepalesas relataram também que quase 20 mil agentes de segurança foram mobilizados para os esforços de resgate, resultando no salvamento de 8.730 pessoas até o momento.
Na China, o número de mortos subiu para 16, enquanto o total de desaparecidos caiu para pelo menos 546, incluindo 261 estrangeiros. As autoridades chinesas realizaram uma coletiva de imprensa para atualizar a população sobre as operações de resgate. A Cruz Vermelha estima que mais de 90.000 pessoas foram afetadas pelo evento, que é considerado o “desastre transfronteiriço mais grave” entre os dois países nos últimos anos, conforme declarado pelo ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi.
O governo chinês atribui a intensidade do desastre às mudanças climáticas, e ressaltou que as operações de resgate foram dificultadas pela complexidade e pelo terreno acidentado do Himalaia, que complicam os esforços de busca e salvamento.











