
Um debate sobre a validade de um pênalti em uma partida entre Santos e Palmeiras gerou opiniões divergentes entre ex-árbitros. João Paulo Araújo, ex-árbitro, argumentou que a bola bateu de forma a ser mais um impacto no ombro do defensor, o que não configuraria a penalidade. Ele observou que, ao atingir o ombro, a bola tende a “espirrar”, enquanto um toque no braço normalmente resulta em uma amortecida. Segundo ele, isso indicaria que não houve infração.
Em contraste, Alfredo Loebeling, também ex-árbitro, expressou uma visão diferente, afirmando que, na sua opinião, o movimento do jogador foi anti-natural e deveria ser considerado um pênalti. Carlos Eugênio Simon, que também participou da discussão, destacou que o jogador do Palmeiras “deliberadamente” levou o braço para interceptar a bola, argumentando que o árbitro deveria ter marcado a penalidade, que o VAR não teria intervenido e que a arbitragem foi equivocada.
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O segundo lance em questão também gerou controvérsia entre os especialistas. Guilherme Ceretta, árbitro atuando nos Estados Unidos, respondeu que não havia razões para marcar a falta, considerando a má técnica do defensor e o fato de a bola não ter direção ao gol, caracterizando-se como um “acidente de trabalho”. Ele ressaltou que essas situações costumam ser marcadas fora da área, mas naquele contexto específico não eram aplicáveis.
João Paulo Araújo reiterou sua posição sobre o segundo lance, afirmando que o jogador errou ao tentar chutar a bola e acabou tocando-a em um movimento considerado normal, resultando em um contato acidental com a parte inferior do braço, de forma que não havia fundamento para marcar pênalti.











