
Conforme o relato da mulher, o filho exibiu um comportamento agressivo ao ser acordado para trabalhar, destruindo objetos da casa e proferindo ofensas racistas e misóginas. Embora a situação tenha sido tensa, não houve agressão física nesta ocasião, pois o companheiro da vítima estava presente e confirmou a frequente violência no lar.
Investigando o histórico, os policiais constataram que o agressor já havia cometido agressões físicas graves, incluindo enforcamento e socos, além de empurrões e ameaças constantes. A vítima mencionou que já havia solicitado ajuda da polícia anteriormente e buscado medidas protetivas, ressaltando que a violência tem se agravado nos últimos meses.
Após a avaliação do caso, a guarnição ofereceu orientações sobre os direitos da vítima e os mecanismos legais de proteção disponíveis. A mulher expressou a intenção de pedir uma medida protetiva de urgência, descartando a necessidade de abrigo temporário. O caso foi registrado para que as autoridades competentes possam tomar as próximas providências.











