
Após a recente onda de demissões na Microsoft, que afetou mais de 9.000 funcionários, o estúdio Rare, conhecido por suas franquias icônicas, parece ter enfrentado um grande revés com o possível cancelamento de “Everwild”, uma nova propriedade intelectual que estava em desenvolvimento há mais de uma década. Fontes próximas ao projeto, conforme divulgado pelo site Video Games Chronicle (VGC), indicam que os colaboradores envolvidos com “Everwild” poderão perder seus empregos como parte de uma reestruturação mais ampla na empresa.
Anunciado em 2019, “Everwild” despertou grande expectativa dentro da comunidade gamer devido ao seu conceito inovador e visual deslumbrante. No entanto, ao longo dos anos, a Rare enfrentou dificuldades em estabelecer uma direção clara para o jogo, o que levou a um reboot interno em 2021. Durante os últimos meses, a desenvolvedora havia prometido progresso e melhorias no desenvolvimento, com Phil Spencer, chefe da divisão Xbox, destacando o potencial do projeto.
As demissões, que também afetaram outras empresas do conglomerado, como a King, desenvolvedora do popular “Candy Crush”, e a ZeniMax, responsável pela Bethesda, levantam preocupações sobre o futuro de vários projetos dentro da Microsoft. A perda significativa de talentos pode ter um impacto duradouro não apenas no estúdio Rare, mas em todo o ecossistema de jogos da companhia.

O cenário está em constante evolução, e os fãs de “Everwild” e das produções da Microsoft observam atentamente as próximas movimentações da empresa. Apesar das adversidades, a comunidade gamer espera que a Rare encontre o caminho certo para ressurgir com inovações que possam compensar as expectativas geradas ao longo dos anos.









