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Deputada do PL corta Carlos Bolsonaro de foto e provoca crise no partido em SC

Segundo informações publicadas pelo Estadão, uma polêmica surgiu entre os deputados estaduais do Partido Liberal (PL), Ana Campagnolo, de Santa Catarina, e Lucas Bove, de São Paulo, após Campagnolo excluir o pré-candidato ao Senado, Carlos Bolsonaro, de uma foto compartilhada em suas redes sociais.

A imagem em questão, publicada no domingo, dia 19, mostrava a parlamentar ao lado do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, do presidente do PL nacional, Valdemar Costa Neto, e do deputado federal Daniel Freitas. Esta foto foi capturada durante um almoço organizado por Freitas no Estado.

Na sequência, Lucas Bove se manifestou em suas redes sociais, chamando a ação de Campagnolo de “inacreditável”. Em resposta, a catarinense explicou o contexto e garantiu que a postagem envolvia duas fotos distintas. Segundo Campagnolo, Carlos Bolsonaro estava presente, mas a imagem em questão foi tirada antes dele se juntar ao grupo.

"Essa foto da capa foi capturada pelo irmão assessor do meu amigo, deputado Daniel Freitas, que, no sábado, convidou diversas lideranças para o seu Almoço de Ideias. Carlos Bolsonaro se juntou a nós um pouco depois desse momento registrado", afirmou Ana Campagnolo.

Ela também comentou sobre sua decisão de compartilhar apenas as fotos que estavam em sua galeria fotográfica: "Publiquei esse carrossel com algumas fotos que estavam no meu celular, mostrando um pouco das agendas que cumpri nos últimos dias. Estou desde quarta-feira na estrada, trabalhando para fortalecer as nossas bases".

Além disso, a deputada aproveitou para criticar o trabalho de Lucas Bove, insinuando que sua atuação parlamentar em São Paulo poderia ser mais produtiva: "Não sei como está o volume de trabalho dos colegas em outros Estados, mas aqui em Santa Catarina eu posso garantir que nós temos mais o que fazer".

Em Santa Catarina, o PL enfrenta uma crise interna gerada por desavenças sobre a formação da chapa ao Senado. Carlos Bolsonaro foi escolhido para a primeira vaga, enquanto a deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) ocupou a segunda. Essa decisão encontrou resistência entre lideranças locais, especialmente do governador Jorginho Mello, que expressou preferência pela inclusão do senador Esperidião Amin (PP-SC) em sua chapa.

Para mais detalhes sobre esta discussão e suas implicações políticas, acesse a reportagem completa no Estadão.

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