
Corinthians e São Paulo se enfrentaram no jogo de ida da final do Brasileirão Feminino neste sábado (26), enquanto utilizavam camisas com patrocínios de casas de apostas, logo após a proibição de operações desse tipo no Brasil anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além das proibições, o governo estabeleceu um prazo até 5 de outubro para que os sites de apostas retirem toda a sua publicidade, tanto em meios físicos quanto digitais. A decisão foi feita após a divulgação de uma Medida Provisória (MP) que banirá as apostas esportivas no país.
Após a promulgação da MP, o governo planeja enviar um Projeto de Lei (PL) ao Congresso em regime de urgência, visando punir as casas de apostas que continuarem a operar no Brasil. Os apostadores que detiverem dinheiro em plataformas de apostas terão até as 23h59 da próxima segunda-feira (28) para retirarem voluntariamente seus valores. De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, caso não consigam efetuar o saque até 5 de outubro, os bancos responsáveis pelas transações para as apostas farão a devolução dos valores aos usuários.
O desdobramento dessa situação traz à tona questões sobre a regulamentação do jogo online e seu impacto em eventos esportivos no Brasil, especialmente em um torneio de grande visibilidade como o Brasileirão Feminino.











