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Vilhena (RO) estreia videoarte “Secando a Vida” e convida reflexão sobre identidade

O mês de março traz uma nova perspectiva para a arte local com a estreia do vídeo “Secando a Vida”, agendada para o dia 2. A obra, protagonizada pela atriz e performer Lu Rodrigues, propõe uma imersão nas questões de memória, tempo e identidade. A informação foi divulgada pelo site Folha do Sul, que registrou em entrevista com Rodrigues, realizada no dia 24, que a produção está em sua fase final de edição e se prepara para o público.

Dirigido por Valdete Souza e escrito por Dennis Weber, o curta foi gravado em diversos locais de Vilhena. A escolha das locações não foi ao acaso; o projeto buscou refletir sobre a memória utilizando cenários que simbolizam o patrimônio histórico da cidade, como a Casa de Rondon e a Praça dos Três Poderes.

Para a atriz, o curta-metragem é mais que uma produção; ele se torna um “espelho” das experiências vividas. “É um convite a pensar: e se hoje eu tivesse que puxar o fio da minha vida e pendurar nele os meus momentos, qual seria o tamanho desse varal e quais elementos eu iria colocar nele?”, destaca Lu Rodrigues.

A estreia de “Secando a Vida” visa promover o diálogo entre diferentes gerações, começando com uma exibição no Lar dos Idosos Maria Tereza Da Lamarta, seguida por uma roda de conversa. Outras exibições estão programadas para instituições educacionais, incluindo o Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA) no dia 3 de março e a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) no dia 5.

No dia 7 de março, o vídeo será disponibilizado digitalmente no canal do YouTube @lurodrigues1151, onde ficará acessível por sete dias.

Esse projeto foi financiado pelo Edital nº 01/2024 na categoria audiovisual, através da Lei Paulo Gustavo, com apoio do Ministério da Cultura e do Governo de Rondônia, por meio da SEJUCEL. Lu Rodrigues enfatiza a relevância desse suporte financeiro para a sustentabilidade da indústria cultural, destacando que o benefício não se limita apenas aos artistas, mas abrange toda uma cadeia produtiva, como cinegrafistas e técnicos, que dependem dessa atividade para sua subsistência.

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