Conforme publicado pelo Diário da Amazônia, a campanha é direcionada a grupos prioritários, que incluem:
- Idosos;
- Crianças entre seis meses e menores de seis anos;
- Gestantes e mães que estão amamentando;
- Povos indígenas;
- Profissionais de saúde;
- Educadores;
- Pessoas com doenças crônicas;
- Agentes de segurança pública.
A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) destaca que a vacina é segura, fabricada com vírus inativado, e deve ser aplicada anualmente em virtude das mutações constantes do vírus da gripe.
A influenza é uma infecção respiratória que pode causar sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, tosse, coriza e fadiga. Em casos mais graves, ela pode resultar em complicações respiratórias que podem levar à hospitalização ou mesmo à morte, especialmente entre os grupos de risco.
Vale ressaltar que a vacina não provoca gripe e, na maioria dos casos, gera apenas reações leves, como dor na área da aplicação ou um leve mal-estar. A vacinação deve ser adiada somente em situações de febre alta ou sintomas intensos, até que o indivíduo se recupere.








