
A suspeita é de que o advogado tenha utilizado essa estratégia para tentar influenciar uma decisão do Tribunal de Justiça de Rondônia em um caso relacionado à cobertura de uma cirurgia reparadora por um plano de saúde. O processo foi aberto por um paciente que buscava o ressarcimento após se submeter a uma cirurgia bariátrica.
Nos documentos do processo, foram inseridos comandos ocultos que instruíam o sistema a não classificar a cirurgia como estética, mas sim como uma emergência. O afastamento do advogado agora deve ser submetido ao referendo do Conselho Seccional da OAB Rondônia.
Segundo o presidente da seccional, Márcio Nogueira, o foco da análise não é o uso de inteligência artificial na advocacia, mas sim a “alegação de utilização de mecanismos ocultos que visam interferir na formação da decisão judicial”.
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