
Marçal ponderou que a eleição deste ano deve se concentrar na narrativa de “bandido na cadeia”, afirmando que o PT utiliza a estratégia do medo para prevalecer nas disputas eleitorais. Durante um evento com cerca de 300 influenciadores, como Renato Cariani, o ex-BBB Artur Aguiar e a apresentadora Mônica Salgado, o ex-coach fez um apelo para que os participantes não disseminem um vídeo polêmico que mostra uma mulher usando drogas, publicado recentemente por Flávio e Tarcísio de Freitas (Republicanos). Os políticos alegaram que a cena ocorreu em um ato pró-Lula na Avenida Paulista, embora a gravação tenha sido feita no Chile.
O ex-coach destacou a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que determinou a retirada das postagens e impôs multa em caso de descumprimento. Marçal enfatizou que as táticas propostas visam alcançar os eleitores indecisos, mencionando que “não tem como convencer um petista roxo, mas um indeciso que está chateado com alguma fala do Bolsonaro vai tentar ouvir”.
Além disso, Marçal anunciou que os ataques à campanha de Lula serão coordenados e mencionou a organização de uma “superlive” com a participação de artistas apoiadores de Bolsonaro, incluindo o jogador Neymar Jr. e o cantor Gusttavo Lima, programada para a próxima quinta-feira (22). O ex-coach, que se incorporou à campanha de Flávio nos últimos dias que antecederam o primeiro turno, foi responsável pela preparação do candidato para o debate presidencial da Band e continua a ajudar em várias frentes da campanha.
Em uma declaração, Marçal afirmou que não criticará Lula, frisando: “Nós não vamos bater em petistas, não falaremos mal de Lula, eu não vou mais tocar no nome dele em quatro dias. Nós não tocaremos no nome dele de forma negativa, porque isso vai dar um negócio.”









