
Embora tenha sido concedida uma medida protetiva, uma mãe reestabeleceu contato meses depois para auxiliar seu filho durante um problema de saúde. Em depoimento à Polícia Civil, ela relatou episódios alarmantes, afirmando ter sido trancada em um quarto e ameaçada.
Conforme informações publicadas pelo UOL, o homem envolvido teria afirmado que se vingaria, aparecendo armado na residência da ex-companheira. Ele enfrenta acusações de ameaça e violência doméstica, mas permanece em liberdade enquanto recorre da condenação.
Gisele, a ex-companheira, se afastou do convívio familiar não apenas por seu trabalho como policial civil, mas também devido à conduta do ex-padrasto, que em uma ocasião a tocou de forma inadequada, sem consentimento.
Além disso, Gisele também relatou ter sido alvo de assédio sexual dentro da corporação, sendo vítima de um colega que posteriormente foi condenado. Após fazer a denúncia, enfrentou represálias que dificultaram sua situação.
“Falamos em políticas para proteger as mulheres, mas isso vale da porta para fora. Da porta para dentro, muitas não podem denunciar porque serão punidas de novo”, declarou Gisele.
Agressão Após Término
Ao contrário de Gisele, outras mulheres com experiências semelhantes, como Angélica e Maria, também relataram relacionamentos abusivos, porém, cada uma viveu sua história com diferentes agentes da segurança pública. Não é apenas um caso isolado, mas um padrão que gera preocupações sobre a proteção e os direitos das mulheres.
A continuidade dessas histórias ressalta a importância de um ambiente seguro e respeitoso, tanto dentro quanto fora das instituições. O enfrentamento de barreiras para denunciar abusos evidencia a necessidade de um olhar mais atento e ações efetivas para garantir a segurança e o bem-estar das mulheres.
Para mais detalhes, você pode acessar o artigo completo no UOL.



