
De acordo com informações publicadas pelo AC24horas, a falta de predadores naturais e as dificuldades de acesso às áreas afetadas tornam a retirada dos búfalos inviável. Além disso, a impossibilidade de aproveitamento da carne, devido à ausência de controle sanitário, torna a erradicação a única alternativa viável.
A operação, que ocorre de 16 a 20 de março, já resultou no abate de quase 30 búfalos no primeiro dia, com a meta inicial de atingir cerca de 500. Além do abate, o projeto também enfoca a avaliação da logística, comportamento dos búfalos e os impactos ambientais decorrentes da presença desses animais.
Pesquisadores da Universidade Federal de Rondônia (Unir) estão envolvidos no projeto, coletando material biológico, enquanto o ICMBio monitora a área utilizando câmeras e fazendo análises da qualidade da água. A introdução dos búfalos na região remonta a 1953, e atualmente, eles ocupam várias unidades de conservação no oeste do estado, situado em um ecossistema que reúne características da Amazônia, Cerrado e Pantanal.











