
O sepultamento, segundo informações divulgadas por sua mãe, Soraia Fickert, ocorreu às 10h30 no Cemitério da Saudade, localizado na área central de Mogi das Cruzes. Beatriz trabalhava como engenheira mecânica no Centro de Pesquisas da Marinha, situado dentro da Cidade Universitária da USP. A capitã de corveta Priscila Valente Fernandes, médica da Marinha, foi a responsável por levar a engenheira ao hospital.
Morte Suspeita
Conforme o Boletim de Ocorrência, o corpo de Beatriz apresentava sinais de que a morte poderia ter ocorrido há algum tempo. Contudo, a Polícia Militar não teve acesso ao local onde a oficial foi encontrada, conforme registrado no documento oficial. Além disso, o boletim relata que o corpo foi removido antes da realização dos procedimentos periciais, o que foge do padrão habitual em casos desse tipo.
A Polícia Civil investiga a possibilidade de eventual fraude processual. O caso foi registrado no 7º DP (Lapa) como morte suspeita e, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), as investigações estão sob a responsabilidade da Polícia Federal (PF) e da Marinha do Brasil.
*Sob supervisão de Beto Souza











