O segundo dia de desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro, que ocorreu nesta segunda-feira (16), atraiu um grande público para a Marquês de Sapucaí, onde os aficionados puderam apreciar as apresentações de diversas escolas de samba.
A noite teve início com a apresentação da Mocidade Independente de Padre Miguel, que fez uma emocionante homenagem à cantora Rita Lee, falecida em 2023. O enredo "Rita Lee, A Padroeira da Liberdade", foi desenvolvido pelo carnavalesco Renato Lage, que retornou à agremiação para o desfile de 2025. A comissão de frente fez alusão aos arranha-céus de São Paulo, e um bailarino caracterizado como Rita Lee pilotou um Jeep, simbolizando sua herança familiar. Os componentes da escola usaram fantasias inspiradas na estética hippie.
Elementos do desfile foram marcantes, incluindo uma cela com a inscrição "censurada", referenciando a ditadura militar, que se transformava em uma nave espacial durante a passagem da escola. As alas "Ovelhas Negras" e "Me Bebe Quente Como Um Licor" também foram destaque. A presença de Roberto de Carvalho, viúvo da cantora, no último carro alegórico, e a nota de que o desfile encontrou problemas de evolução devido a um grande espaço entre setores, acrescentaram um ar de emoção ao espetáculo.
Na sequência, a Beija-Flor de Nilópolis apresentou-se com um desfile que homenageou o Bembé do Mercado, uma tradição de candomblé de Santo Amaro, no Recôncavo Baiano. O carnavalesco João Vitor Araújo, que já levou a escola ao título anterior, também foi o responsável pela apresentação deste ano. De acordo com informações de suas redes sociais, a celebração destaca a ocupação do espaço público pela comunidade negra, conquistada após a assinatura da Lei Áurea.
Neguinho da Beija-Flor foi ovacionado em sua aposentadoria, enquanto novos intérpretes como Jéssica Martin e Nino do Milênio foram introduzidos como parte da inovação. A agremiação trouxe representações de Oxum e Iemanjá, além de surpreender com um barco que se transformava na figura de Mãe D’água. Apesar de um problema técnico no carro abre-alas, a escola concluiu seu desfile sem atrasos.
A Unidos do Viradouro também fez sua apresentação lembrando a volta de Juliana Paes ao posto de rainha da bateria após 17 anos, em tributo ao Mestre Ciça. O retorno foi emocionante e, em uma conversa com a CNN Brasil, Juliana expressou sua gratidão por fazer parte dessa homenagem. O desfile trouxe referências históricas da agremiação, incluindo um carro alegórico que rememorava momentos icônicos e emocionantes.
A escola também enfrentou uma falha técnica no penúltimo carro, mas conseguiu se apresentar sem atrasos.
Por último, a Unidos da Tijuca recebeu aplausos ao prestar homenagem à escritora Carolina Maria de Jesus, uma figura fundamental na literatura brasileira. O enredo trará à tona a relevância de sua obra e o cotidiano da autora.
Esta matéria foi baseada em informações divulgadas pela CNN Brasil.
Segundo informações publicadas pelo Rotowire, a plataforma de apostas bet365 está oferecendo uma promoção atraente…
Segundo informações publicadas pelo UOL, a deputada Erika Hilton, uma mulher transexual, compartilhou sua relação…
Segundo informações publicadas pelo UOL, o fisiculturista brasileiro Ramon Dino, que era um dos favoritos…
Reprodução/RedesHomem não conseguiu alcançar o suspeito, mas encontrou a bolsaUm fato inusitado ocorreu em Norwich,…
Manaus (AM) – O prazo para inscrições no concurso da Manaus Previdência (Manausprev) se encerra…
A análise do cenário eleitoral de Rondônia será tema central em um podcast que acontece…