
A Caixa Econômica Federal inicia hoje o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, com uma média que pode alcançar R$ 690,01, considerando os adicionais. Neste mês, o programa atende aproximadamente 18,84 milhões de famílias, com um gasto total estimado em R$ 13 bilhões.
Adicionais do Bolsa Família
Além do benefício base, há diversas parcelas adicionais que aumentam o valor recebido. Esses são os adicionais:
- Benefício Variável Familiar Nutriz: Seis parcelas de R$ 50 são destinadas a mães de bebês de até seis meses, visando garantir a alimentação infantil.
- Acréscimo de R$ 50: Concedido a gestantes e nutrizes.
- Adicional de R$ 150: Para cada criança de até 6 anos.
- Adicional de R$ 50: Para filhos entre 7 e 18 anos.
O modelo tradicional de pagamentos do Bolsa Família se concentra nos últimos dez dias úteis de cada mês.
Acesso às Informações
Os beneficiários têm à disposição o aplicativo Caixa Tem, onde podem consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas.
Pagamento Unificado
Uma medida inovadora permitiu que beneficiários de 171 municípios em oito estados recebessem o pagamento no dia 12 de fevereiro, independentemente do NIS. Essa decisão beneficiou principalmente os moradores de 122 municípios do Rio Grande do Norte, que enfrentam problemas relacionados à seca, além de cidades nas seguintes regiões: Bahia (14), Paraná (12), Sergipe (11), Roraima (6), Amazonas (3), Piauí (2) e Santa Catarina (1). A lista completa pode ser consultada na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Mudanças na Legislação
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais desconto do Seguro Defeso, como estipulado pela Lei 14.601/2023. Essa mudança facilita a situação para aqueles que dependem da pesca artesanal e não podem exercer a atividade durante a piracema.
Regra de Proteção
Em fevereiro, aproximadamente 2,51 milhões de famílias foram incluídas na regra de proteção. Essa norma permite que membros de famílias que conseguiram emprego e aumentaram a renda recebam 50% do benefício original por até dois anos, contanto que não ultrapassem a renda de meio salário mínimo. A partir de 2025, o tempo para se manter na regra foi reduzido de dois para um ano, aplicando-se apenas a novas inclusões que ocorrerem após junho de 2025.
Conclusão
O Bolsa Família continua a ser um suporte essencial para milhões de brasileiros, oferecendo não apenas uma base financeira, mas também vários adicionais que ajudam a garantir a segurança alimentar das famílias. As recentes mudanças legislativas e a reorganização nos pagamentos demonstram um esforço contínuo do Governo Federal em atender às necessidades da população mais vulnerável.











