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Brasil

Bolsonaro permanece internado com pneumonia e defesa pede prisão domiciliar urgente

O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado no Hospital DF Star desde o dia 13 de março, após apresentar um quadro súbito de mal-estar enquanto estava em sua cela. Segundo informações publicadas pela Jovem Pan, o ex-mandatário, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentar dar um golpe de Estado após as eleições de 2022, está sob cuidados médicos intensivos. Atualmente, ele cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília.

Em decorrência do seu estado de saúde, a defesa de Bolsonaro protocolou um pedido de prisão domiciliar ‘humanitária’ no dia 18 de março. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestasse sobre o pedido. A solicitação incluiu a apresentação de relatórios médicos que detalham a situação clínica do ex-presidente.

Pedido de Prisão Domiciliar

O pedido apresenta argumentações destacadas por Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, que enfatizou a falta de cuidados médicos adequados na prisão. O senador, que agora atua como um dos advogados de Jair Bolsonaro, argumentou que sua reclusão em domicílio poderia garantir um tratamento mais adequado e evitar riscos à sua vida.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, também fez coro ao pedido, alegando que o ex-presidente teve uma infecção nos pulmões e que sua condição requer cuidados contínuos que não estariam disponíveis em um ambiente prisional.

Estado de Saúde

Atualmente, Jair Bolsonaro apresenta uma boa evolução clínica e laboratorial, de acordo com o boletim médico do Hospital DF Star. No entanto, ele continua sob suporte clínico intensivo e ainda não há previsão de alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O ex-presidente foi internado devido a uma broncopneumonia, uma infecção que pode se disseminar pelos pulmões, muitas vezes causada por bactérias, vírus ou fungos.

A médica de plantão que avaliou Bolsonaro na prisão relatou que sua transferência foi necessária devido a um “risco de morte”, evidenciando a gravidade de sua condição de saúde.

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