
Após desembarcar no Aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, a advogada argentina Agostina Páez, envolvida em polêmica por atitudes racistas em um bar no Rio de Janeiro, expressou sua sensação de “desamparo” durante os dois meses em que permaneceu no Brasil. Ela estava sob monitoramento eletrônico enquanto respondia a um processo por injúria racial, conforme informações publicadas pelo Globo.
Ao ser questionada sobre conselhos para turistas argentinos que planejam visitar o Brasil, Agostina frisou a importância de se informar sobre as leis locais. “Embora eu goste do povo brasileiro, passei por uma situação desagradável. Não significa que sejam maus, mas muitas coisas ruins acontecem no Brasil. E, de fato, os argentinos são tratados de forma negativa”, afirmou.
Retorno ao País e Críticas nas Redes Sociais
O retorno de Agostina ao seu país se deu somente após a retirada da tornozeleira eletrônica, uma medida que só foi possível após o pagamento de uma fiança de R$ 97,2 mil. Ao chegar à Argentina, ela descreveu a experiência como “incrível” após ter se tornado a “inimiga pública número 1” no Brasil.
Reflexões e Lamentos
Em declaração ao jornal La Nación, Agostina manifestou seu arrependimento: “Me arrependo de ter reagido mal. Apesar do contexto, gostaria de ter agido de outra forma.” A advogada ressaltou seu desejo de voltar para sua província natal, Santiago del Estero, para reencontrar familiares e amigos.
Críticas e Repercussão nas Redes Sociais
Nas redes sociais, sua fala gerou reações negativas. Um usuário comentou: “NÃO APRENDEU NADA,” enfatizando a insatisfação com sua postura. A repercussão revela um debate significativo sobre racismo e direitos no contexto das interações entre brasileiros e argentinos.



