
Os dois se casaram em Paris em 1954 e logo retornaram ao Brasil. No ano seguinte, Luiz Carlos Barreto se uniu a Nelson Pereira dos Santos na luta contra a censura do filme “Rio, 40 graus”. A trajetória de Barreto no cinema se consolidou quando, ainda como fotógrafo, ele cobriu para a revista “O Cruzeiro” as filmagens do curta-metragem “Barravento” (1961), dirigido por Glauber Rocha no interior da Bahia. Essa experiência revelou sua vocação para o cinema, profissão que o acompanhou por toda a sua vida.
Em 1961, Barreto foi convencido por Glauber a estrear como corroteirista e coprodutor no filme “Assalto ao Trem Pagador” (1962), que foi dirigido por Roberto Farias. Essa colaboração marcou o início de uma carreira sólida e influente na indústria cinematográfica brasileira.
Segundo informações publicadas pelo O Globo, Barreto se destacou ao longo de sua vida como um dos grandes ícones do cinema nacional, impactando gerações de cineastas e apreciadores da sétima arte. O legado de Luiz Carlos Barreto permanece vivo, refletindo a sua contribuição para a cultura cinematográfica do Brasil.











