
Publicado em: 28 de março de 2026
Encontro teve como foco a avaliação de ônibus elétricos com piso baixo, promovendo maior acessibilidade.
Membros da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) da Prefeitura de São Paulo realizaram uma visita na sede da SHC, representando a JAC Motors e a fabricante chinesa de ônibus Ankai. A reunião ocorreu na sexta-feira, dia 27 de março de 2026, com o intuito de conhecer e avaliar modelos de ônibus elétricos destinados ao sistema de transporte público da cidade.
A visita não se limitou apenas à apresentação dos ônibus, mas também incluiu uma coleta de sugestões para melhorias nos modelos. A principal característica dos veículos é o piso totalmente baixo, sem degraus nas portas, o que possibilita um acesso facilitado para todos os usuários.
A Ankai, fabricante originária da China, oferece uma gama de ônibus elétricos que varia de minis a padrons, incluindo os modelos de 6m (OE-6), 8,7m (OE-8), 10,5m (OE-10) e 12m (OE-12/Padron). O modelo OE-10, por exemplo, permite a configuração de midi com piso baixo, atendendo à uma demanda crescente por veículos acessíveis.
Os ônibus utilizam motores elétricos da Dana e baterias de íon-lítio da CATL, garantindo uma autonomia que varia de 250 a 350 km. Além disso, são equipados com sistemas de segurança, incluindo frenagem ABS e suspensão pneumática com recurso para a facilitação de acesso.
A Comissão Permanente de Acessibilidade exerce um papel consultivo e deliberativo em matérias relacionadas à acessibilidade e ao Desenho Universal, buscando eliminar barreiras arquitetônicas e de comunicação na cidade.
Relatos dos participantes da visita:
Silvana Cambiaghi, Presidente da CPA, destacou: “A proposta foi apresentada com o objetivo de integrar esses veículos à frota da cidade, contribuindo para um transporte público mais acessível e ambientalmente responsável.”
Vagner Rigon, Diretor de Operações da Ankai Brasil, completou: “Estes ônibus, com piso baixo, vão trazer dignidade e respeito a todos os cidadãos, especialmente aos que possuem mobilidade reduzida. Eles facilitarão o acesso não apenas a deficientes, mas a idosos, crianças e gestantes, melhorando a operação do transporte.”

Fonte: Diário do Transporte. Reportagem por Adamo Bazani e colaboração de Vinícius de Oliveira.











