
É indispensável separar os negócios privados de dirigentes dos cargos ocupados temporariamente na administração do Palmeiras, preservando a imagem institucional da associação. Isso ocorre em meio à pressão da oposição, que pede a saída de José Roberto Lamacchia, marido da presidente Leila Pereira, após o leilão do Vasco da Gama.
A oposição destaca que as empresas da presidente não devem, em nenhuma circunstância, financiar ou beneficiar diretamente os rivais do Palmeiras em campo. Neste contexto, a solicitação inclui uma série de medidas conforme as diretrizes do Estatuto Social do clube.
Pedido de Desligamento Voluntário
Um dos principais pontos abordados pela oposição é o pedido de desligamento voluntário do Conselho Deliberativo por parte de Lamacchia, caso a aquisição do Vasco se concretize. O Estatuto do clube considera infração agir contra os interesses do Palmeiras, tornando incompatível o exercício das funções no CD com a possibilidade de ser avalista ou financiador de uma equipe rival.
Interrupção de Benefícios
Outro aspecto relevante é a necessidade de interromper benefícios diretos ou indiretos a equipes adversárias. A oposição argumenta que qualquer tipo de ajuda ou facilidade, como o uso de aeronaves particulares para viagens, deve ser cessado para evitar favor algum aos rivais.
Proteção Institucional
A oposição ainda pede uma proteção institucional mais rigorosa, solicitando que os órgãos de fiscalização do clube, como o Conselho Deliberativo e o Conselho de Orientação e Fiscalização, adotem medidas para proteger os dados operacionais e o know-how da associação. Este nível de proteção é considerado crucial, pois o Palmeiras alcançou seu patamar de excelência devido ao trabalho contínuo de diversos dirigentes ao longo da última década.
A mensagem final dos opositores reforça seu papel como torcedores apaixonados pela Sociedade Esportiva Palmeiras, destacando seu compromisso em defender os interesses do clube.











