
A pesquisa realizada pelo instituto Quaest, divulgada na última quinta-feira (24), aponta que os pré-candidatos Luciano Zucco (PL) e Juliana Brizola (PDT) estão tecnicamente empatados na corrida pelo governo do Rio Grande do Sul, considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Zucco lidera com 29% das intenções de voto, seguido por Juliana Brizola, que obteve 23%. Gabriel Souza, pré-candidato do MDB, aparece em terceiro lugar com 10% das preferências eleitorais.
Esse levantamento é o segundo realizado pelo Quaest para a disputa ao Palácio Piratini em 2026, encomendado pelo Grupo RBS, e sucede a primeira pesquisa divulgada em 24 de agosto deste ano. O instituto também tinha conduzido outras duas investigações ao longo da pré-campanha, em abril e julho, a serviço da Genial Investimentos. O último levantamento ouviu 900 pessoas maiores de 16 anos entre os dias 20 e 23 de setembro, com um nível de confiança de 95% e o registro do TSE é RS-01390/2026.
A pesquisa também simulou cenários de segundo turno envolvendo os três principais candidatos. No cenário em que Zucco enfrentaria Brizola, os resultados mostram que Zucco obteria 40% e Brizola, 34%, enquanto 16% dos entrevistados permanecem indecisos e 10% não manifesta intenção de voto. Em uma batalha entre Zucco e Gabriel Souza, o primeiro teria 42% contra 26% do segundo, com 18% de indecisos e 14% preferindo não declarar voto. Por fim, em uma eventual disputa entre Brizola e Souza, os percentuais seriam de 34% para a candidata do PDT e 27% para o pré-candidato do MDB, com indecisos somando 19% e 20% optando por não votar ou votar em branco/nulo.
Além disso, a pesquisa ainda destacou a quantidade de indecisos, que totaliza 25% nas intenções de voto no primeiro turno e 61% na pesquisa espontânea, ressaltando um cenário ainda incerto entre os eleitores gaúchos. A pesquisa espontânea mostrou que Zucco é mencionado por 20% dos entrevistados, enquanto Brizola tem 10% e Souza, 5%, evidenciando a variação nas intenções quando não apresentadas opções.
A pesquisa é um indicativo do clima eleitoral no Rio Grande do Sul e pode influenciar as estratégias das campanhas à medida que as eleições de 2026 se aproximam. Eventos como convenções e debates ainda estão por acontecer, o que pode alterar a dinâmica da competição antes do dia das eleições. A Justiça Eleitoral também terá um papel crucial na supervisão e na legitimidade do processo eleitoral, especialmente em um cenário de alta concorrência política.











