
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que recebeu "respostas positivas" de diversas nações dispostas a cooperar na segurança do Estreito de Ormuz. No entanto, ele destacou que alguns países "preferem não se envolver" neste tipo de iniciativa. As declarações foram feitas no último domingo (15) durante o trajeto em seu voo a bordo do Air Force One.
Trump não especificou quais países foram contatados, mas afirmou que as comunicações ocorreram nas últimas 48 horas. "Alguns países possuem navios caça-minas, outras embarcações que poderiam auxiliar. Há países que se mostraram prestativos", declarou o presidente.
Em sua fala, o presidente americano enfatizou a necessidade de que esses países protejam seu próprio território, uma vez que a região é vital para o fornecimento de energia. "Eles devem contribuir para a proteção do que é seu", argumentou Trump.
Durante uma entrevista ao periódico Financial Times, Trump também alertou sobre as consequências que a Otan poderá enfrentar caso seus aliados não tomem medidas para garantir a segurança do estreito, uma rota crítica para o comércio internacional, especialmente para a Europa.
Recentemente, Trump usou suas redes sociais para informar que "outros países" se juntariam aos Estados Unidos no envio de navios de guerra para a área. Ele mencionou especificamente que espera a colaboração de nações como China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, se juntou à conversa, destacando a importância de reabertura dessa rota marítima essencial para o Oriente Médio. Contudo, em resposta a pedidos de comentários da CNN, nem a China nem o Reino Unido confirmaram a intenção de enviar navios.
Por meio de um porta-voz, a embaixada da China em Washington pediu o fim imediato das hostilidades, reiterando a responsabilidade comum de todas as partes em garantir um fornecimento de energia estável e seguro.
Para mais detalhes, você pode conferir a matéria original no site da CNN Brasil.











