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Internacional

Trump destaca relação forte com Xi e discute comércio e Irã em visita à China

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou a robustez da relação entre os EUA e a China durante um encontro no complexo de Zhongnanhai, em Pequim. A reunião, ocorrida em 15 de maio de 2026, marcou a conclusão da visita de Estado de Trump à China, onde o líder norte-americano reafirmou que tanto ele quanto o presidente chinês, Xi Jinping, desejam evitar que o Irã desenvolva armas nucleares e que ambos estão em busca de uma resolução pacífica para a situação do Estreito de Taiwan.

Trump, que conhece Xi há quase 12 anos, expressou a confiança no relacionamento entre os dois países, afirmando que já resolveram problemas que outras administrações não conseguiram. Durante o encontro, foi a segunda reunião bilateral da visita, e os líderes se reuniram para discutir não apenas questões de segurança global, mas também comércio, indicando que houve avanços, embora ainda não tenham sido anunciados acordos específicos.

Além disso, conforme reportado pela CNN Brasil, o presidente Trump mencionou à Fox News que o líder chinês concordou em encomendar 200 jatos da Boeing. O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou à Bloomberg que o governo americano espera que a China compre produtos agrícolas no valor de “dezenas de bilhões de dólares” anualmente nos próximos três anos.

Na primeira reunião da visita, os dois líderes destacaram a necessidade de cooperação em um mundo em transformação. Xi Jinping enfatizou a importância de serem parceiros e não adversários, propondo que ambos os países trabalhem juntos nas questões globais.

No entanto, o presidente Xi também alertou que as discordâncias relacionadas a Taiwan podem representar riscos significativos para as relações entre as duas potências. Suas declarações foram reiteradas durante um encontro a portas fechadas que se estendeu por mais de duas horas. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores da China, essa foi uma conversa crucial para definir os próximos passos nas negociações comerciais.

A colaboração entre os EUA e a China continua a ser uma linha tensa, marcada por interesses conflitantes e a necessidade urgente de um diálogo aberto sobre questões críticas que impactam tanto a economia quanto a segurança global.

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