
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para adiar a acareação entre o ex-dono do Banco Master e um técnico do Banco Central (BC). A decisão foi tomada poucas horas após a solicitação e contou com a concordância da Polícia Federal (PF).
A PGR fundamentou o pedido em argumentos jurídicos, alegando a necessidade de adiamento baseado em um fato que poderia comprometer a investigação. No entanto, a argumentação enfatiza que o juiz, por lei, não possui amparo para produzir provas em um processo ainda não iniciado, principalmente ao promover a aproximação entre um investigado e um agente de fiscalização.
Apesar desses pontos, Toffoli manteve sua posição e optou por reforçar a defesa do Banco Master, levantando a relevância da atuação do Banco Central na questão. Essa postura do ministro tem gerado preocupações sobre a competência das instituições encarregadas da investigação, como a PGR e a PF.
Com informações da CNN Brasil.











