
Inquérito investiga morte de empresário em São Paulo
O inquérito sobre a morte do empresário Celso, ocorrida em um assalto em São Paulo, também apura a atuação de Gabriel Farias, que foi considerado suspeito por sua participação no crime. Conforme a Polícia Civil, o agente não foi indiciado pelo falecimento de Gabriel, já que, segundo a corporação, foi aplicada a excludente de ilicitude, caracterizando que a ação do policial não foi ilegal.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que os autos do inquérito foram encaminhados ao Poder Judiciário para análise. O caso agora será revisado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), que decidirá se apresentará ou não uma denúncia contra o tenente pelo homicídio do empresário.
Apuração das circunstâncias do caso
De acordo com a SSP-SP, todas as circunstâncias do acontecimento estão sendo investigadas por meio de um Inquérito Policial Militar (IPM). A pasta reafirma seu comprometimento em acompanhar o processo judicial para a adoção das devidas medidas administrativas.
Remuneração e detalhes do tenente
Em março, o 2º tenente envolvido no caso teve uma remuneração bruta de R$ 10.284,74. Informações disponíveis no Portal da Transparência do Governo de São Paulo revelam que o policial recebeu também R$ 4.540,12 em pagamentos adicionais, além de R$ 1.075,76 em abono permanência e outras indenizações. O total líquido recebido no mês foi de R$ 10.495,53, enquanto em fevereiro a quantia alcançou R$ 16.204,63.
Resposta das defesas envolvidas
A defesa do tenente Hattori foi contatada, mas até o momento não forneceu resposta. O texto em questão será atualizado conforme manifestação. Em entrevista ao UOL realizada em 31 de março, o policial afirmou que estava seguindo as orientações de seu advogado e que se pronunciaria em momento oportuno.
O portal UOL também tenta estabelecer contato com a defesa da família do empresário Celso, mantendo-se aberto para manifestações futuras.











