
Segundo informações publicadas pelo UOL, um tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo está sendo investigado por sua suposta ligação com a morte de sua esposa, Gisele. No depoimento, o oficial revelou que, no dia do incidente, dirigiu-se ao quarto da esposa por volta das 7h para comunicar sua decisão de separação, declarando que ainda a amava, mas reconhecia que o relacionamento não estava funcionando.
Após a conversa, a esposa teria se levantado de maneira exaltada e ordenado que ele saísse do quarto, fechando a porta em seguida. O tenente-coronel alegou que entrou no banheiro para tomar banho e, um minuto depois, ouviu um barulho que acreditou ser uma porta batendo. Ao abrir a porta, se deparou com Gisele caída no chão, ferida na cabeça e segurando uma arma de fogo. Ele imediatamente acionou o resgate, a Polícia Militar e contatou um amigo desembargador.
A mãe da vítima revelou à polícia que o relacionamento de Gisele com Geraldo era extremamente conturbado. Segundo ela, o tenente-coronel apresentava comportamentos abusivos e violentos, chegando a proibir a esposa de usar maquiagem e saltos altos, além de exigir que ela realizasse rigorosamente várias tarefas domésticas.
Inicialmente a ocorrência foi classificada como suicídio, mas, após o depoimento da mãe de Gisele, a Polícia Civil alterou a investigação para "morte suspeita". O caso está sob apuração pelo 8º Distrito Policial (Brás) e pela Corregedoria da Polícia Militar.
Andamentos nas Investigações
No dia 6 de março, o corpo de Gisele foi exumado para nova perícia e realização de exames complementares. A análise revelou "lesões contundentes" no rosto e na região cervical, compatíveis com pressão de dedos e escoriações, mas não foram encontradas lesões típicas de defesa, o que requer exames adicionais para confirmação.
O caso continua sendo monitorado a fim de esclarecer as circunstâncias que envolvem a morte da soldado. Para mais detalhes, acesse a matéria completa do UOL aqui.











