
O Estado de São Paulo confirmou seu primeiro caso de gripe aviária em uma ave silvestre em 2026. Em resposta à situação, a Defesa Agropecuária implementou uma série de medidas sanitárias. Entre elas, está a interdição do trânsito de animais no zoológico, além de uma investigação epidemiológica e vigilância ativa em três granjas situadas em um raio de 10 quilômetros do local do foco da doença. Dessas granjas, duas estão atualmente vazias e não possuem aves.
A Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) reforçou que o consumo de aves e ovos não representa risco de transmissão da doença. A infecção em humanos geralmente ocorre devido ao contato direto com aves infectadas. Por esse motivo, é essencial que a população siga as orientações do Serviço Veterinário Oficial (SVO) e evite manusear aves que possam apresentar sinais clínicos.
Caso surjam suspeitas sobre a doença ou se aves mortas forem encontradas, a Defesa Agropecuária deve ser contatada imediatamente. Em conjunto com a SAA, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES) e a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) estão monitorando a situação da gripe aviária no estado.
Para coordenar as ações pertinentes ao enfrentamento da influenza aviária em humanos, a SES elaborou um Plano de Contingência em 2023, com atualizações realizadas em 2025. Até o momento, não há registros de casos da doença em humanos no estado. A pasta também está atenta ao monitoramento dos munícipes envolvidos na notificação do caso mencionado, assegurou a SES.
Fonte: Segundo informações publicadas pelo UOL.











