
A Polícia Civil de Santa Catarina continua a investigação sobre o caso do cão Orelha, que foi maltratado e morreu. Mais um adolescente foi ouvido pela Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei, que está à frente do processo.
Até o momento, não há evidências que indiquem que o ato tenha sido motivado por desafios nas redes sociais. Um outro adolescente ainda deve ser interrogado pela polícia.
As investigações seguem em andamento.
Expansão das investigações e novas infrações
Relatos apontam que o grupo de adolescentes é suspeito de torturar Orelha, que teve que ser eutanasiado devido aos ferimentos. Além disso, uma tentativa de afogamento de outro cachorro, chamado Caramelo, está sendo investigada; este último conseguiu escapar.
As investigações também incluem a apuração de crimes como depredação de patrimônio e ofensas a profissionais que atuam na Praia Brava. O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, informou que a prioridade é identificar as condutas de cada um dos quatro jovens envolvidos.
Procedimentos legais e o papel do ECA
Por envolver menores de idade, o caso está sob a égide do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em vez do Código Penal. Se as responsabilidades forem confirmadas, os resultados da investigação serão encaminhados à Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei.
A legislação brasileira estabelece que a internação tem um prazo máximo de três anos, conforme o previsto para medidas socioeducativas.











