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SP

Polícia Civil de Dracena (SP) esclarece mortes de crianças em trágico afogamento

A Polícia Civil finalizou as investigações sobre a trágica morte de duas crianças, Yasmim de Morais Brito, de 4 anos e 4 meses, e Gael da Silva, de 4 anos e 11 meses, ocorrida em 20 de dezembro de 2025, em uma piscina localizada em Dracena, São Paulo. A confirmação foi dada ao portal Bastidores da Notícia com base em informações publicadas pelo BastosJA.

Os laudos elaborados pela Polícia Científica, através do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal (IML), indicaram que as crianças faleceram em decorrência de asfixia por afogamento, classificando as mortes como um acidente trágico.

Durante o processo investigativo, todas as testemunhas foram ouvidas, e o inquérito está em sua fase final de elaboração do relatório, que será enviado ao Poder Judiciário.

Detalhes Sobre o Acidente

Conforme o boletim de ocorrência, a família estava reunida em uma chácara alugada para uma confraternização quando as crianças, brincando nas proximidades da piscina, acabaram entrando na água. Em dado momento, um parente notou que os irmãos estavam se afogando e pediu socorro. Um morador local, ao ouvir os gritos, entrou na chácara e prestou assistência, realizando manobras de reanimação em uma das crianças.

Após o resgate, as crianças foram levadas ao hospital por familiares. No caminho, encontraram uma viatura do Corpo de Bombeiros, que assumiu o atendimento. Apesar dos esforços das equipes de resgate, ambas as crianças não resistiram e foram declaradas mortas no Pronto Atendimento Municipal de Dracena, com os corpos posteriormente encaminhados ao IML para exames necroscópicos.

A Reação das Famílias

Joice Silva, mãe de Gael, relatou a dor da perda, descrevendo seu filho como uma criança “doce, amorosa e muito sorridente”. Ela destacou o forte vínculo entre os irmãos e a profunda tristeza que a tragédia causou nas duas famílias. “Eles eram tudo para mim, estavam brincando. Foi um susto, uma fatalidade”, destacou.

Andressa Morais, madrasta das crianças, que estava presente durante o incidente, também expressou sua dor pela perda. “Até hoje não consigo aceitar e não sei quando irei”, afirmou, enfatizando o vínculo que tinha com os dois. “Eles eram tudo para mim”, concluiu.

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