Segundo informações publicadas pelo UOL, Eduardo Bolsonaro criticou as tentativas do presidente Lula de gerar um clima de conflito com os Estados Unidos, afirmando que essa estratégia não terá sucesso e não ajudará o presidente nas pesquisas eleitorais. Eduardo citou a recente cassação do visto do funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Darren Beattie, como um exemplo dessa abordagem.
Atualmente, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em empate técnico nas pesquisas, e há preocupações no governo brasileiro sobre a possibilidade de interferência de Trump através das grandes plataformas de tecnologia.
Eduardo apontou que a verdadeira interferência se deu em 2022, quando Joe Biden, então presidente dos EUA, teria pressionado o governo Bolsonaro a reconhecer os resultados das eleições. Ele mencionou que a Casa Branca reconheceu a vitória de Lula apenas uma hora após a proclamação do resultado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Relação com as Big Techs
Eduardo relatou ter um diálogo constante com autoridades dos EUA acerca do ambiente digital no Brasil, buscando convencê-las a impedir restrições nas plataformas sociais. Ele destacou que 65% dos eleitores de direita no Brasil utilizam essas redes para se informar, e qualquer tipo de censura poderia prejudicar suas chances eleitorais.
O ex-deputado enfatizou que a administração dos EUA atua em defesa dos interesses americanos, e que as principais redes sociais, como Google, YouTube e Facebook, enfrentam dificuldades em cenários de censura. Ele criticou intervenções recentes, citando decisões do ministro Alexandre de Moraes, que, segundo ele, abusaram de seu poder no contexto eleitoral.
As declarações de Eduardo Bolsonaro revelam a tensão existente entre a política brasileira e as relações com o governo dos Estados Unidos, além de destacar a importância das redes sociais nas eleições brasileiras.



