Lula lidera pesquisas de segundo turno com 46%, Flávio tem 45% e outros candidatos aparecem com baixa intenção de voto

A mais recente pesquisa eleitoral divulgada nesta semana traz novos dados sobre as intenções de voto para a presidência da República em 2026. De acordo com o levantamento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto com 40%, seguido do senador Flávio Bolsonaro, que aparece com 34%. Entre os demais candidatos, Pablo Marçal registra 4%, enquanto Renan Santos e Romeu Zema marcam 3% cada. Ronaldo Caiado é mencionado com 5%, enquanto Augusto Cury e Samara Martins apresentam 2% e 1%, respectivamente. O percentual de eleitores que planejam votar em branco, nulo ou que ainda não decidiram seus votos soma 5% e 3% respectivamente.
Na análise da pesquisa espontânea, Lula mantém sua liderança com 38% das intenções, enquanto Flávio recebe 31%. Outros candidatos, como Renan Santos, Caiado e Zema, têm 2% cada, e 15% dos entrevistados optaram por não revelar suas intenções de voto.
Cenários do 2º Turno
Quando analisados os possíveis cenários para um segundo turno, a pesquisa indica um empate técnico entre Lula, que obteria 46%, e Flávio Bolsonaro, que alcançaria 45%. A margem de erro empregada no levantamento, que não foi especificada, deve ser considerada para compreender a precisão dos resultados. Os votos brancos e nulos somam 8%, e apenas 1% dos entrevistados não souberam ou não responderam à pergunta.
Em simulações adicionais de segundo turno, Lula também aparece com 46% contra Caiado, que teria 42%, e 47% contra Zema, que registraria 40%. Frente a Renan Santos, Lula alcança 47% enquanto o adversário é indicado com 35%.
Esses dados, divulgados como parte da série de levantamentos acerca das eleições de 2026, refletem a dinâmica atual do cenário político brasileiro. À medida que a campanha avança e a data das eleições se aproxima, a atenção sobre os principais candidatos e suas estratégias deve se intensificar. Os números indicam que a disputa será acirrada, especialmente entre os principais candidatos, e a possibilidade de alianças e mudanças nas intenções de voto continua a ser um fator crucial para o desfecho da eleição.
As informações foram extraídas de reportagens originalmente publicadas em UOL.











