
Em sua interação com a repórter, Ludmilla foi enfática: “Nada contra você, mas eu não falo com o SBT porque eles defendem racista”. A informação foi divulgada pela página Brasil Brega Funk no Instagram.
Respeito pela jornalista
Apesar da recusa, a postura de Ludmilla foi respeitosa. A decisão da cantora está atrelada mais à linha editorial da emissora do que à jornalista em si.
Reações nas redes sociais
A atitude da artista gerou uma forte repercussão nas redes sociais, com muitos internautas aprovando sua postura:
— “Tá certíssima”, comentou uma seguidora;
— “Parabéns Ludmilla, foi educada e profissional com a jornalista”, observou outra;
— “Muito diva!! Coberta de razão”, destacou um terceiro usuário.
Contexto da polêmica com o SBT
A recusa de Ludmilla se relaciona com a permanência do apresentador Marcão do Povo na emissora. Em 2014, durante uma transmissão ao vivo, ele a chamou de “macaca”, o que resultou em uma ação judicial por injúria racial.
A cantora afirma que enquanto Marcão continuar na emissora, ela não dialogará com o canal, considerando que sua permanência representa uma defesa de comportamentos racistas.
Conflito judicial em andamento
No final de 2025, a artista se manifestou nas redes sociais sobre uma nova ação judicial movida pelo apresentador. Ele registrou uma notícia-crime na Polícia Civil de Barueri, solicitando a remoção de um vídeo publicado por Ludmilla.
No material compartilhado em 19 de dezembro de 2025, a cantora reiterou que o apresentador não foi inocentado da acusação de racismo, afirmando: “Só no Brasil uma pessoa que chamou a outra de macaca em rede nacional pensa em abrir um inquérito criminal contra a vítima”.
Defesa do apresentador
De acordo com informações do portal LeoDias, Marcão do Povo argumenta que as afirmações de Ludmilla excedem os limites da liberdade de expressão e que sua publicação sugere uma conduta criminosa já afastada pelo Judiciário.
O apresentador solicitou às autoridades a remoção do vídeo e alega que os comentários da cantora contradizem decisões judiciais. A disputa continua na Justiça desde 2014.











