
Investigação conclui que açaí consumido pela vítima estava envenenado. Laudos periciais identificaram a presença de chumbinho no copo de açaí ingerido por Adenilson, que ficou internado em estado grave na UTI. Câmeras de segurança registraram o momento em que Larissa, acusada, abriu a tampa do copo e teria adicionado a substância tóxica.
Adenilson sobreviveu após tratamento intensivo. Em entrevista à TV Record, ele expressou confiança na inocência de Larissa, mesmo diante das acusações da polícia. O incidente ocorreu no dia 5 de fevereiro, durante a retirada de dois copos de açaí em uma loja localizada na Avenida Barão do Bananal, na zona Leste de São Paulo.
Larissa alega que apenas adicionou leite condensado. Em seu depoimento, a acusada informou que o acompanhamento foi solicitado à parte e negou envolvimento em qualquer crime. No entanto, um laudo pericial revelou que o celular de Larissa foi restaurado aos padrões de fábrica exatamente no dia e horário da execução do mandado de busca, em 11 de fevereiro. Este fato foi interpretado pela polícia como uma tentativa de destruição de evidências.
Defesa busca esclarecimentos. A mulher nega as acusações e o UOL entrou em contato com a advogada de Larissa, que ainda não se posicionou sobre o caso. As autoridades continuam a investigar o incidente enquanto o estado de Adenilson se estabiliza.











