
Conforme divulgado pelo portal Carta Capital, em nota oficial publicada no último dia 16, o presidente do DC, ex-deputado federal João Caldas, destacou que Barbosa simboliza a “possibilidade de união nacional e a reconstrução da confiança do povo brasileiro nas instituições”.
A avaliação do partido é de que Rebelo não conseguiu se estabelecer como uma opção viável nas eleições. Uma pesquisa divulgada pela Quaest, em 13 de maio, revelou que ele não atingiu 1% das intenções de voto.
No mesmo dia do anúncio, Aldo Rebelo enviou uma nota à imprensa reafirmando sua intenção de manter a candidatura e criticando a decisão do partido. Ele argumentou que sua escolha foi respaldada por sua “biografia sem mácula” e experiência no Congresso.
Rebelo descreveu a escolha de Joaquim Barbosa como uma “afronta” às suas convicções sobre relações políticas que devem ser fundamentadas em transparência e decisões democráticas.
Até a manhã desta segunda-feira, 18 de maio, Joaquim Barbosa não havia se pronunciado publicamente sobre sua pré-candidatura ou a reação de Rebelo. Em 2022, Barbosa já havia manifestado apoio à candidatura de Lula (PT) logo no primeiro turno, sendo uma figura notável por sua atuação como relator no processo do “mensalão” em 2012, o que gerou entusiasmo entre os apoiadores do ex-presidente.



