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Brasil

Influenciador Clóvis Roberto de Leão sai do coma e continua internado em UTI após agressão

O influenciador digital Clóvis Roberto de Leão, de 27 anos, que sofreu agressões de um grupo de estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie após a festa universitária “Economíadas”, saiu recentemente do estado de coma. A informação é do perfil oficial do influenciador, que compartilhou atualizações em seus stories no Instagram.

Na tarde de terça-feira, 21 de abril, durante a visita da irmã, Clóvis mostrou sinais de interação ao abrir os olhos, mas ainda permanece intubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo a comunicação, ele precisa demonstrar uma melhora significativa antes de passar pelo processo de extubação.

Investigações em Andamento

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) divulgou que a Polícia Civil está investigando o caso, que foi registrado como lesão corporal. As apurações estão focadas em esclarecer a dinâmica e os responsáveis pela agressão. O boletim de ocorrência indica que Clóvis foi levado à Santa Casa da cidade, onde continua internado.

Posição da Universidade e da Organização do Evento

Em nota, a Universidade Presbiteriana Mackenzie afirmou que não tolera qualquer forma de violência e expressou solidariedade a Clóvis. A universidade também ressaltou que, assim que as investigações forem concluídas, os estudantes envolvidos estarão sujeitos a processos disciplinares conforme o código de conduta acadêmica.

A organização do evento “Economíadas” também se manifestou, reiterando seu repúdio à violência e destacando que possui um plano de segurança robusto para o evento. Além disso, informaram que uma investigação interna foi instaurada para elucidar completamente os acontecimentos e que estão dispostos a colaborar com as autoridades responsáveis.

O desfecho deste caso levanta preocupações sobre a segurança em eventos universitários e a responsabilidade das instituições na prevenção de violência. A continuidade das apurações será fundamental para garantir que os culpados sejam responsabilizados e para fomentar um ambiente mais seguro em futuras ocasiões.

*Informações baseadas em reportagem da CNN Brasil.

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