Categories: Copa do Mundo

Infantino exalta Copa do Mundo de 2026 e agradece Trump por sucesso histórico

Fifa parabeniza Trump e elogia a Copa do Mundo de 2026

Gianni Infantino, presidente da Fifa, agradeceu publicamente ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela colaboração na organização da Copa do Mundo de 2026, que superou todas as expectativas. O torneio, realizado em conjunto por Estados Unidos, México e Canadá, culminará neste domingo (19), com a final entre Argentina e Espanha, em East Rutherford, Nova Jersey.

Conforme reportagem da RT, Infantino destacou a importância do apoio de Trump na criação de condições de segurança e logística para o evento. Durante um evento na Trump Tower, em Nova York, o dirigente expressou que o sucesso da competição seria inatingível sem a assistência do governo dos EUA.

“Sem você, presidente Trump, isso não teria sido possível”, declarou Infantino, ressaltando que a Copa se transformou no “maior evento humano, social e cultural que a humanidade já testemunhou”.

Primeira Copa do Mundo com 48 seleções

A edição de 2026 marcou a estreia de 48 seleções na Copa do Mundo, organizada simultaneamente por três países, com a maioria das partidas acontecendo nos Estados Unidos. Dados da Fifa apontam que aproximadamente 6,7 milhões de espectadores compareceram aos estádios durante o torneio. Infantino também mencionou os altos índices de audiência e a tranquilidade no que diz respeito à segurança como reflexo do êxito organizacional.

A final do torneio ocorrerá no MetLife Stadium, que durante o evento foi chamado pela Fifa de New York New Jersey Stadium. Trump confirmou sua presença na decisão.

A relação com Trump e suas implicações

Entretanto, os elogios de Infantino foram dados em um contexto cercado de controvérsias sobre a relação entre a Fifa e a administração Trump. Críticos, incluindo dirigentes e organizações de direitos humanos, levantam a questão sobre a independência da entidade. A polêmica se intensificou após Trump intervir em um caso disciplinar envolvendo o atacante Folarin Balogun, que havia recebido um cartão vermelho em uma partida contra a Bósnia e Herzegovina.

Trump reveladamente contatou Infantino para solicitar a revisão da punição, a qual considerou “horrível”. A Fifa posteriormente decidiu suspender a punição de Balogun por um ano, permitindo que o jogador atuasse nas oitavas de final. Essa decisão foi vista como incomum e alimentou alegações de favorecimento ao time da casa.

Controvérsias continuam

Após a reversão da punição, Trump elogiou a decisão da Fifa em um post no Truth Social, considerando-a uma “grande injustiça”. O ex-presidente também destacou a maneira como Infantino conduziu a situação. Por outro lado, a Fifa afirmou que as decisões disciplinares são responsabilidades de seus órgãos competentes.

A eliminação dos Estados Unidos nas oitavas, perdendo para a Bélgica por 4 a 1, ocorreu apesar da presença de Balogun em campo. Organizações europeias questionaram a imparcialidade da decisão e pediram que composições disciplinares respeitassem a neutralidade política.

Questões sobre o procedimento disciplinar

Os questionamentos aumentaram com a revelação de que apenas um membro do comitê disciplinar da Fifa, Mohammad Al-Kamali, havia analisado o caso de Balogun. O habitual seria a participação de um painel com três integrantes no processo disciplinar, levantando preocupações sobre tratamento preferencial à seleção anfitriã.

Outros jogadores expulsos na competição cumpriram suas suspensões sem exceções semelhantes. Críticos interpretaram essa discrepância como evidência de interferência política. A organização FairSquare apresentou queixa ao Comitê Olímpico Internacional, acusando Infantino de não respeitar as normas de neutralidade política em sua função como membro do COI desde 2020.

Reflexões finais sobre a Copa de 2026

Embora as questões políticas tenham gerado controvérsia, Infantino reafirmou que a Copa alcançou seu objetivo de unir diferentes culturas por meio do futebol. Trump também enfatizou a grandiosidade do evento, sugerindo que os Estados Unidos poderiam sediar uma edição futura sem a participação de México e Canadá.

À medida que a Copa do Mundo de 2026 se aproxima da sua decisão final, permanece a discussão sobre os recordes de público e a crescente controvérsia sobre a relação entre a administração esportiva e a influência política. A final entre Argentina e Espanha será realizada neste domingo, com a presença de Infantino e Trump, e certamente será lembrada tanto pela ampliação do torneio quanto pelo debate sobre a autonomia da Fifa.

Curta nossa página de Futebol

Notícias sobre Copa do Mundo, futebol brasileiro e internacional.

Bastidores da Notícia

Recent Posts

Salvador tem sol e chuva nesta sexta; temperaturas variam de 23°C a 30°C

Previsão do Tempo em Salvador: Sol e Chuvas Rápidas nesta Sexta-Feira Resumo: Nesta sexta-feira, Salvador…

8 minutos ago

Cão policial Kylo morre baleado no último dia de trabalho durante operação em Portland

Um cão policial conhecido como Kylo foi tragicamente baleado e morreu na tarde de quinta-feira…

12 minutos ago

Prefeitura de Nova Brasilândia D’Oeste abre seleção com salários até R$ 1.838,54

A Prefeitura de Nova Brasilândia D’Oeste (RO) lançou um processo seletivo para preencher cinco vagas…

13 minutos ago

Paolla Oliveira retoma posto de rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense em 2027

markdown Paolla Oliveira é a nova rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense (Instagram/Reprodução) Paolla Oliveira,…

43 minutos ago

Rep. Haley Stevens propõe redução da idade de aposentadoria a 60 anos para trabalhadores braçais

Segundo informações publicadas pela CNBC, a representante Haley Stevens, do partido Democrata de Michigan, apresentou,…

1 hora ago

Lula encontra empresários e ministros antes de evento com 500 convidados em SP

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou com empresários e ministros em…

1 hora ago