
Governo lança Escritórios Nacionais Antifacção para combater o crime organizado – Segundo informações publicadas pelo UOL, o Ministério da Justiça lançou a nova unidade como parte do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, com a proposta de intensificar a colaboração entre as agências de segurança pública e aprimorar a troca de informações estratégicas para o combate a organizações criminosas.
Asfixia financeira como estratégia principal – O secretário Chico Lucas destacou que a principal estratégia será a “asfixia financeira” das facções criminosas. Ele enfatizou a importância de uma presença física próxima da população e das forças de segurança, ao mencionar a inauguração de escritórios em locais estratégicos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu. “Não faz sentido ficar encastelado em Brasília”, afirmou o secretário.
Aproximação com o sistema penitenciário – O secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia, mencionou que o novo espaço servirá para fortalecer laços com o sistema prisional de São Paulo e do Rio de Janeiro. O governo está trabalhando em um plano de transferências de tecnologia e equipamentos das prisões federais para as estaduais que apresentam carências. O objetivo é elevar o nível de segurança em 138 presídios estaduais, dotando-os de infraestrutura similar à das unidades federais.
Articulação entre forças de segurança – A implementação dos Escritórios Nacionais Antifacção visa promover a articulação entre diferentes forças policiais, órgãos governamentais e instituições parceiras. Este esforço busca potencializar as ações no combate ao crime organizado, aumentando a presença do governo em áreas críticas.
Benedito Mariano assume coordenação em São Paulo – O escritório de São Paulo será coordenado por Benedito Mariano, ex-Ouvidor das Polícias de São Paulo. O UOL afirmou que o novo coordenador buscará integrar as forças federais e estaduais para um combate mais efetivo às organizações criminosas.
Sanções de organizações criminosas
Designação de grupos como Organizações Terroristas Estrangeiras – Recentemente, o Comando Vermelho e o PCC foram classificados como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs) pelo governo Trump. Embora o governo brasileiro se oponha a essa classificação, os alvos da designação incluem indivíduos e empresas ligadas aos referidos grupos, destacando-se Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira.











