
Dino justificou o compartilhamento como uma questão de interesse público, ressaltando a importância de as empresas promoverem campanhas de educação cívica para garantir um convívio pacífico entre as pessoas. “Como não a conheço, nem ela me conhece, é claro que tais manifestações derivam de minha atuação no STF”, destacou o ministro.
Ele alertou que o clima eleitoral pode exacerbar expressões de ódio, representando riscos reais à segurança de cidadãos. “Imaginemos que outros funcionários, da mesma ou de outra empresa aérea, sejam contaminados com idêntico ódio. Isso pode significar até riscos para a segurança de aeroportos e voos, e, por conseguinte, para outros passageiros. Podemos nos perguntar se um cliente corre o risco de, por exemplo, ser envenenado?”, ponderou.
Dino enfatizou que, embora cada pessoa tenha suas opiniões e preferências, nenhum cidadão deve temer agressões ao utilizar serviços. A ocorrência, que pode ser vista como um “caso isolado”, poderia se tornar um padrão negativo à medida que se aproxima o calendário eleitoral.
Na publicação, o ministro reiterou a necessidade de empresas promoverem orientações e campanhas educativas que estimulem o respeito entre seus funcionários e a clientela, independentemente de divergências de opinião.
As informações foram obtidas a partir de uma matéria publicada pela CNN Brasil.



