
Durante a entrevista, ele explicou a escolha de seu irmão, Carlos Bolsonaro, e da deputada Carol de Toni, ambos do PL, para as duas vagas ao Senado na chapa do governador Jorginho Mello. Flávio justificou a seleção de Carlos pela sua conexão com o estado e uma concordância prévia com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, minimizou as controvérsias geradas pela candidatura de Carlos, ressaltando que considera o campo da direita “unificado”.
Visão sobre o Senado e o STF
Flávio Bolsonaro também abordou a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF). Ele acredita que, com a nova composição do Senado, haverá uma maior disposição para avaliar pedidos de impeachment dos ministros da suprema corte.
“Pesquisas mostram que a possibilidade de impeachment de ministro é uma preocupação significativa entre os eleitores ao escolherem um candidato ao Senado. Esta questão foi elevada ao mesmo nível de saúde e segurança pública em termos de importância. Embora eu não me sinta confortável com isso, é um fato. Em 2027, o Senado será muito mais propenso a aprovar pedidos de impeachment”, disse Flávio.
Propostas e visão política
No decorrer da entrevista, Flávio também discutiu sugestões para modificar a reforma tributária aprovada durante o governo Lula, atualmente prevista para ser implementada em 2027. Além disso, enfatizou a necessidade de uma candidata a vice que possua experiência e seja mulher, refletindo suas preferências políticas para as próximas eleições.
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