
Aos relatos de testemunhas e informações fornecidas pela Polícia Civil, a briga começou na residência onde ocorria a confraternização. O desentendimento entre os dois evoluiu rapidamente para agressões físicas, culminando em um ato de extrema violência perpetrado pelo guarda municipal, que usou sua arma funcional para atirar contra a esposa.
Desentendimento e uso da arma funcional
Após o primeiro momento de tensão, Marinho deixou a casa, mas retornou em breve, escalando a situação para um ato violento. Muitos presentes testemunharam a tragédia devido aos disparos efetuados. A arma do agente, crucial para a sua função de proteger a comunidade, foi utilizada contra a própria esposa.
Em resposta ao crime, a polícia conseguiu localizar Marinho, que foi preso em flagrante, e apreendeu a arma de fogo junto com munições que estavam em posse do guarda. O caso foi formalmente registrado como feminicídio.
Informações sobre o autor do crime
Daniel Barbosa Marinho, que exerce a função de Guarda Civil Municipal em Campinas há aproximadamente 22 anos, foi levado à cadeia pública do 2º Distrito Policial da cidade. O caso também será analisado administrativamente pela corporação que ele integra.
A situação foi registrada na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas, onde o crime foi classificado como feminicídio e violência doméstica.
Aumento significativo nos casos de feminicídio em São Paulo
O assassinato de Nájylla drosna em um contexto alarmante de violência de gênero em São Paulo, que registrou 86 casos de feminicídio somente no primeiro trimestre de 2026. Este número representa um aumento de 41% em comparação ao mesmo período do ano anterior, estabelecendo um novo recorde histórico. O Brasil, em termos gerais, também experimentou um aumento drástico na violência contra mulheres, sendo considerado o primeiro trimestre de 2026 o mais letal, com uma mulher assassinada a cada cinco horas.











