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SP

Exportações brasileiras para os EUA crescem; carnes e pneus são os mais afetados pela tarifa de 25%

Segundo informações publicadas pelo G1, uma análise recente revelou os produtos da Região Metropolitana de Campinas (RMC) com maior exposição às tarifas de 25% propostas pelos Estados Unidos. O levantamento abrange o último ano e destaca itens como carnes, pneus e componentes elétricos.

Produtos com Maior Exposição

A tabela demonstrada pela pesquisa aponta que as carnes preparadas e conservadas (exceto embutidos) são o produto mais exposto, com exportações de US$ 116 milhões aos EUA e uma dependência de 84,2%. Os miúdos bovinos e o corned beef são isentos dessa tarifa.

Os pneus recauchutados e usados de borracha ocupam a segunda posição, com US$ 42,8 milhões exportados e 81,6% de dependência. Assim como os itens anteriores, somente pneus de uso aeronáutico estão isentos.

Em terceiro lugar, surgem as partes de motores e geradores elétricos, que, com US$ 25,4 milhões em exportações, possuem uma dependência de 78,5% e estão totalmente expostos.

Outros Produtos Relevantes

  • Ferramentas motorizadas: exportações de US$ 10,9 milhões e 64,1% de dependência.
  • Isoladores elétricos: com exportações de US$ 8,3 milhões e dependência em 51,8%.
  • Pneus de borracha novos: totalizam US$ 87,8 milhões em exportações, com dependência de 32,3%.

Esses produtos, e muitos outros mencionados na análise, têm sua situação comprometida pelas tarifas propostas, afetando não só as exportações, mas também a cadeia produtiva local.

Impacto no Mercado

As tarifas impostas pelos EUA buscam proteger a indústria interna, mas trazem preocupações aos exportadores da RMC, que dependem desses mercados. Produtos como motores e geradores elétricos e máquinas de terraplanagem enfrentam um cenário incerto, com uma dependência significativa do mercado norte-americano.

A situação exige atenção governamental e estratégias eficazes para mitigar os efeitos negativos das tarifas. A transparência em relação a esses dados é crucial para que as empresas possam se planejar e buscar alternativas diante de um ambiente econômico desafiador.

Para mais informações sobre a análise, acesse o artigo completo no G1.

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