
Na sequência de dois terremotos devastadores que atingiram a Venezuela na última quarta-feira (24), equipes de resgate de diversos países têm se mobilizado para ajudar. O Ministério da Saúde local confirmou que os tremores resultaram em 235 mortes e mais de 4.300 feridos. Além disso, há um número alarmante de 200 pessoas ainda sob escombros e 157 desaparecidos.
De acordo com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, cerca de 2.900 famílias foram severamente afetadas pelos tremores.
Os Estados Unidos estão mobilizando equipes de resgate e recursos médicos, com um apoio financeiro de US$ 150 milhões (cerca de R$ 776 milhões) anunciado pelo Departamento de Estado. O apoio deve incluir o navio de transporte anfíbio USS Fort Lauderdale e diversas aeronaves.
As Nações Unidas estão coordenando esforços para enviar equipes de busca e resgate para as áreas afetadas. A Colômbia já confirmou o envio de mais de 60 socorristas e quatro cães de busca.
Além disso, El Salvador enviou uma equipe de 300 socorristas e 50 toneladas de suprimentos, conforme informações da Reuters.
A Espanha também se comprometeu a fornecer suprimentos, recursos financeiros e instalar um hospital de campanha, além de enviar uma equipe de busca e salvamento com 58 membros e 40 bombeiros.
O Chile enviou uma unidade de busca e resgate do corpo de bombeiros, enquanto Cuba declarou que profissionais de saúde estão diretamente envolvidos no atendimento às vítimas.
A República Dominicana e o Panamá também anunciaram o envio de equipes e suprimentos, enquanto o México enviou dois aviões com 261 membros das Forças Armadas e mais de 7 toneladas de suprimentos médicos.
A França articula a ajuda com equipes médicas e de engenharia, além de uma unidade de busca e resgate. Organizações não governamentais como a Peace Winds, do Japão, também embarcam para ajudar.
A China, parceira histórica da Venezuela, se ofereceu para ajudar conforme suas capacidades, com empresas no país já se mobilizando para apoio. Outras nações como a União Europeia e a Tchéquia também manifestaram disposição para enviar suporte.
Além das iniciativas governamentais, vários voluntários e organizações humanitárias estão se unindo aos esforços de resgate.











