
Defesa de Bolsonaro Argumenta Sobre Risco à Saúde e Reitera Pedido de Prisão Domiciliar
O argumento central apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro em um novo pedido enfatiza que seu quadro clínico está exposto a um “risco progressivo” sem uma vigilância contínua e intervenções imediatas. A petição destaca que a ausência de acompanhamento constante pode permitir a repetição de eventos potencialmente graves, especialmente considerando as comorbidades já reconhecidas do ex-presidente.
A defesa solicita que o ministro Alexandre de Moraes acolha o pedido de prisão domiciliar humanitária, incluindo a possibilidade de monitoramento eletrônico e outras restrições. No documento, os advogados requerem que Moraes adote as medidas que considerar apropriadas para assegurar o cumprimento da decisão. É importante lembrar que Bolsonaro está em prisão preventiva desde novembro, após tentar romper a tornozeleira eletrônica.
Entre os signatários da petição está Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, que agora possui liberdade para visitar o pai na unidade prisional conhecida como Papudinha.
Decisão Anterior de Moraes
No último dia 2 de março, Moraes já havia negado um pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro, enfatizando a “intensa atividade política” na qual o ex-presidente se envolve. O ministro considerou que a quantidade de visitas de parlamentares, governadores e outras personalidades fortalece os laudos médicos que atestam a boa condição de saúde de Bolsonaro.
Além disso, Moraes argumentou que o sistema prisional está capacitado para atender às necessidades do ex-presidente, mencionando a disponibilidade de serviços médicos contínuos, fisioterapia, atividades físicas, assistência religiosa e visitas, tudo acessível na Papudinha.
As informações acima foram extraídas de um artigo publicado pelo UOL.



