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Copa do Mundo

Copa de 2026 perde craques em meio a lesões graves de jovens jogadores renomados

A Copa do Mundo de 2026 se aproxima, mas o torneio está sendo marcado por um desfalque alarmante: a ausência de jogadores importantes, muitas vezes vitimados por lesões graves. De acordo com informações publicadas pelo portal R7, a quantidade de jogos e o desgaste acumulado ao longo da temporada são fatores que contribuem para este panorama preocupante.

## Aumento das Lesões Próximas ao Mundial

O fisioterapeuta esportivo Vitor Kenji explica que a longa temporada que precede o Mundial, além de um calendário lotado, é responsável pelo alto índice de lesões. Nesta temporada, por exemplo, o Paris Saint-Germain (PSG), atual campeão da Champions, já disputou 65 partidas e ainda possui jogos importantes pela frente.

> “Os atletas competem sem parar por até 11 meses. Isso leva a microlesões que se acumulam, resultando em uma vulnerabilidade maior durante jogos decisivos”, afirma Kenji.

## Desfalques de Jovens Talentos

O torneio deste ano não apenas afeta veteranos, mas também está comprometendo a participação de jovens jogadores. Rodrygo, Éder Militão e o atacante Estêvão são exemplos de ausências significativas a serem sentidas, mesmo em idades relativamente jovens.

Kenji ressalta que, embora a preparação dos atletas tenha evoluído com tecnologia de monitoramento, o aumento da carga de jogos é um problema inevitável. “Hoje, muitos jogadores chegam a 60 ou 70 partidas em uma só temporada, o que compromete sua saúde física e mental”, explica.

## Estratégias para Minimizar Lesões

Para Kenji, a solução envolveria um melhor controle da carga de treino e partidas. “É fundamental integrar as equipes de suporte: médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e treinadores precisam trabalhar unidos para preservar a saúde dos atletas”, afirma.

Menos de um mês antes do começo da Copa, a preocupação se intensifica. Os clubes e as seleções estão empenhados em preservar os atletas, buscando evitar que mais craques sejam desfalque em um evento tão importante.

> “Preservar o atleta não é mimar, é uma estratégia que deve ser respeitada. O corpo humano possui limites que precisam ser levados em consideração”, conclui Kenji.

*Sob supervisão de Guilherme Fagundes*

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