

A Comunidade Canção Nova, também conhecida como Casa de Maria, reafirma sua identidade mariana e o compromisso com a Igreja ao participar do Congresso Teológico-Pastoral sobre o Acontecimento Guadalupano. O evento, intitulado “Nossa Senhora de Guadalupe: o acontecimento e seus ensinamentos para o processo de evangelização”, ocorrerá nos dias 24 e 25 de fevereiro na sede da Conferência do Episcopado Mexicano.
De acordo com informações do Jornal União, o vice-presidente da Canção Nova, padre Donizete Heleno Ferreira, representará a instituição no encontro convocado pela Pontifícia Comissão para a América Latina, pela Pontifícia Academia Mariana Internacional, pela Conferência do Episcopado Mexicano e pelos Cavaleiros de Colombo. O congresso reunirá líderes eclesiais de várias nações para discutir o significado teológico, pastoral e missionário das aparições de Nossa Senhora de Guadalupe.
Objetivos do Congresso
Entre as metas do evento, destaca-se a reflexão sobre os impactos e desdobramentos dessas aparições, a preparação para o Jubileu dos 500 anos desse marco (programado para 2031) e o fortalecimento da comunhão eclesial através da espiritualidade guadalupana.
Importância da Participação
Segundo padre Donizete, a participação da Canção Nova nesse congresso é um reflexo da identidade mariana da comunidade e sua integração na vida e missão da Igreja. Fundada por Monsenhor Jonas Abib, a Canção Nova é reconhecida como a “Casa de Maria”, vivendo sua vocação evangelizadora sob a proteção da Virgem Santíssima. Monsenhor Jonas afirmava: “Nós nos chamamos Canção Nova, a Casa de Maria; somos de sua raça, somos de sua estirpe, descendentes de sua família; somos sua linhagem, pertencemos à sua casa.”
Marcos Significativos
A relação da Comunidade Canção Nova com Nossa Senhora, especialmente com a Virgem de Guadalupe, é ainda mais marcada pelo dia 12 de dezembro de 2022. Nesse dia, ocorreu a Páscoa de seu fundador, Monsenhor Jonas Abib — uma coincidência significativa, já que é a data dedicada a este título mariano. Para a comunidade, essa providência é vista como um forte sinal da devoção mariana que permeou a vida e missão de seu fundador.
Danusa Rego/Asimp










