
São Paulo testemunhou, há um ano, uma série de ataques a ônibus que geraram temor entre passageiros e trabalhadores do transporte. De acordo com informações publicadas pelo site R7, os atos de vandalismo ocorreram devido a disputas em contratos irregulares que envolvem o crime organizado.
Entre junho e agosto do ano passado, foram registrados 930 apedrejamentos de ônibus. A maioria deles, cerca de 80%, aconteceu nas zonas oeste e sul da cidade. Esses ataques, geralmente inesperados, resultaram em ferimentos em motoristas, cobradores e passageiros, incluindo uma criança.
Reflexos e Medidas de Segurança
Como resposta a essa onda de violência, as autoridades implementaram medidas de segurança. Atualmente, 100% dos ônibus da capital paulista estão equipados com câmeras de monitoramento, que registram todos os eventos tanto no interior quanto ao redor do veículo.
Prisões e Investigações
Segundo a polícia, as investigações levaram à prisão de mais de 20 suspeitos, incluindo Edson Campolongo, um funcionário público estatal acusado de estar envolvido em 17 ataques. Campolongo, que demonstrou arrependimento em seu depoimento, confirmou sua participação nos crimes. O irmão dele também foi detido. Até o momento, a equipe de jornalistas não conseguiu contato com a defesa dos acusados.











