
Revelação sobre a filha de Gisele
Uma amiga de Gisele revelou um incidente chocante envolvendo a filha de sete anos. Durante o inquérito da Corregedoria da Polícia Militar, a amiga relatou que o coronel teria agredido a menina, puxando seu braço. Segundo a declaração, o coronel justificou a agressão como um “ato de orientação” sobre os perigos de andar sozinha.
Outra testemunha, colega de Gisele, afirmou que a menina aparentava medo do padrasto. Mensagens encontradas durante a investigação mostram que o coronel reclamava sobre a presença da criança, alegando que ela interferia na vida do casal devido à dedicação da mãe.
A preocupação da família
O pai da menina buscou-a na casa de Gisele e Neto um dia antes da morte da soldado. De acordo com a avó materna, a criança demonstrou grande aflição durante essa visita, expressando que não desejava retornar à casa do padrasto, alegando temer os conflitos entre os adultos.
Além disso, Gisele já havia relatado episódios de enurese noturna e perda de peso da filha, sintomas frequentemente associados ao estresse emocional. As preocupações da mãe a respeito do bem-estar infantil foram levantadas em depoimentos, evidenciando uma possível situação de abuso e negligência.
Processo judicial contra o coronel
Atualmente, o tenente-coronel Neto encontra-se detido, respondendo por feminicídio e fraude processual em decorrência da morte de Gisele. O desdobramento do caso pode impactar não apenas o coronel, mas toda a estrutura familiar, dado o envolvimento da criança e os impactos psicológicos demonstrados.
O caso levanta questões centrais sobre violência doméstica e a segurança das crianças em ambientes familiares desestruturados. O desfecho deste processo será um importante ponto de reflexão sobre a proteção e os direitos dos menores envolvidos.



