Um advogado com nanismo denunciou discriminação em um teste de aptidão física realizado para um concurso de delegado em Minas Gerais. Segundo informações publicadas pelo G1, o candidato passou pelas etapas objetiva, discursiva e oral, além dos exames biomédicos. No entanto, o problema surgiu durante a fase de exames biofísicos, essenciais para avaliar a aptidão física dos concorrentes.
O advogado alega que solicitou adaptações razoáveis para a realização dos testes, mas sua solicitação não foi atendida pela banca organizadora do concurso. A situação levanta questionamentos sobre a inclusão e as condições de igualdade nos processos seletivos para cargos públicos, especialmente em relação a indivíduos com deficiências.
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