
Além da emissão sonora excessiva, a investigação revelou que o estabelecimento operava sem a devida regularização ambiental, configurando uma potencial infração administrativa e crime ambiental. Como resultado da fiscalização, a responsável pelo local foi detida, e um termo circunstanciado foi registrado, comprometendo-a a comparecer em juízo.
A apreensão dos equipamentos de som aconteceu em sequência, com a aplicação de autos de infração e a orientação de embargo das atividades que não estavam em conformidade com as normas. Esta ação efetiva não apenas cessou a poluição sonora, mas também restaurou a tranquilidade na área em torno da instituição de ensino.
A Polícia Militar Ambiental ressalta a gravidade da emissão de som que excede os limites legais, enfatizando que essa prática é definida como crime ambiental. A corporação reforça a importância do respeito às normas de convivência, visando a preservação do sossego e a saúde pública na comunidade.










