
Para executar sua estratégia, Nilson contou com a colaboração de Auricléia Ferreira, conhecida como Teinha, tia de um capataz de sua propriedade e casada com Jaime Vilchez, um dos envolvidos diretamente no crime contra João “Sucuri”. Teinha ajudou a contratar membros do Comando Vermelho (CV) no Acre, que invadiram a propriedade de João.
Na ação brutal, João “Sucuri” foi morto a tiros e sofreu mutilações, enquanto mulheres e crianças foram feitas reféns e vários veículos foram incendiados. As investigações da polícia começaram a esclarecer o caso ao encontrar bilhetes ameaçadores de Teinha que estavam com as vítimas.
Com o avanço das investigações, Nilson Pereira dos Santos foi preso junto com alguns cúmplices. As autoridades ainda buscam três executores que se encontram foragidos: Jaime Vilchez, Kenas Ferreira e Elves Ferreira.







